Death, deathEm morta não quero
flores choro
velas rezas padres
ou crianças a brincar
de esconde-esconde
em volta do caixão
Death, death
Em morta quero nada
talvez beijos mentais
poemas música
ou um happening
absinto para todos
Death, death
Quero em morta
ser cinza
bluegris
quero ser apenas
imaginação presente.
Death, death.
Ariela não-canta entre aspas e fabrica eslovos: é escritora, jornalista e faz um tipo de não-poesia classificada como "aipins". Também faz experimentos culinários, cuida da gata "Coelho" e lê para ela coisas estranhas